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Deploy, ambientes e segredos

Onde fazer o deploy

Do "funciona na minha máquina" à produção

Seu app vive no seu notebook. Para que o mundo o use, ele precisa rodar em uma máquina ligada 24/7, acessível pela internet e resistente a falhas. Há várias formas de conseguir isso, e escolher bem economiza dinheiro e dores de cabeça.

PaaS (Platform as a Service)

A opção mais rápida: você sobe o código e a plataforma se encarrega de construir, executar e servir tudo. Vercel e Netlify brilham para frontends e funções; Render, Railway ou Fly.io rodam backends completos. Você não gerencia servidores nem sistemas operacionais.

# Fazer deploy costuma ser tão simples quanto conectar o repo e dar push
git push origin main   # a plataforma detecta a mudança e faz o redeploy

Contêineres na nuvem

Um contêiner (Docker) empacota seu app com suas dependências para que rode igual em qualquer lugar. Você faz o deploy em serviços como Cloud Run ou AWS Fargate (o provedor lança e escala os contêineres por você) ou em Kubernetes (orquestrador que gerencia muitos contêineres, sua saúde e seu escalonamento; muito poderoso, mas complexo).

Serverless (funções sob demanda)

Você escreve funções que executam só quando chega uma requisição; o provedor as inicia, escala e desliga por você. Você paga por execução, não por ter uma máquina ligada.

Front estático + CDN

Uma SPA ou um site estático são arquivos (HTML, CSS, JS). O ideal é servi-los a partir de uma CDN: uma rede de servidores espalhados pelo mundo que entregam o conteúdo a partir do nó mais próximo do usuário. Resultado: muito rápido, muito barato e muito difícil de derrubar.

Regra prática: front estático na CDN, API em PaaS, contêiner ou serverless conforme o tráfego, o orçamento e o controle de que você precisa.

Coloque isto em prática

O DevPath é um curso prático: aqui você lê a teoria; no app você a coloca em prática com exercícios que rodam de verdade, offline.

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